Escolher um celular pode ser uma dor de cabeça, ainda mais com tanta opção nas prateleiras. Nem sempre as marcas entregam o que prometem; tem aparelho que decepciona no desempenho, na bateria ou até nas atualizações de software.

As piores marcas de celular acabam ficando conhecidas por falhas frequentes, pouca durabilidade e um suporte que deixa a desejar. É frustrante lidar com processadores lentos, telas ruins e problemas na conexão, ainda mais quando você só queria um aparelho que funcionasse direito.
Muitas dessas marcas simplesmente abandonam as atualizações do sistema, o que deixa o celular vulnerável e impede o uso de apps novos. Saber o que evitar pode salvar seu bolso e sua paciência.
Piores marcas de celular em 2025
Tem marca que já virou sinônimo de dor de cabeça por conta de problemas técnicos, desempenho ruim ou aquele suporte que some quando você mais precisa. Não é à toa que certos modelos acabam queimando o filme da marca no mercado.
Critérios para identificar marcas problemáticas
Se o celular vive travando, a bateria não dura nada e o sistema cai do nada, já é um sinal vermelho. Falta de atualização, material vagabundo e hardware que parece de outra década também não ajudam.
O suporte pós-venda é outro ponto: se você precisa de ajuda e ninguém responde, complica tudo. Tem muita gente reclamando de demora em atualizações ou de assistência que nunca resolve nada.
E olha, ninguém gosta de pagar caro pra levar um produto meia-boca pra casa.
Samsung e os modelos com alto índice de reclamação
A Samsung até vende muito, mas não escapa de críticas em 2025. O Galaxy A03 Core, por exemplo, tem hardware tão básico que trava o tempo todo e mal dá conta de guardar fotos e apps.
Tem também o Galaxy A53, que no papel parece bom, mas na prática decepciona nos jogos por causa do processador Exynos 1280. O preço? Passa dos R$ 2.000, o que não faz sentido pra tanta limitação.
Mesmo as gigantes cometem gafes e deixam muita gente insatisfeita.
Motorola e celulares que decepcionam
A Motorola não anda muito bem no segmento de entrada. O Moto E14, por exemplo, só tem 2 GB de RAM, processador fraco e pouco espaço, então não demora pra travar até em tarefas simples.
Custa cerca de R$ 800, mas não aguenta nem o básico sem engasgar. Quem busca um aparelho barato e usável acaba se frustrando.
Mesmo sendo uma marca conhecida, não dá pra confiar em todo modelo.
Xiaomi e relatos de insatisfação recorrentes
A Xiaomi até lança aparelhos potentes, mas peca na otimização e no suporte. O POCO F4 GT, por exemplo, tem hardware de sobra, mas falta aquele ajuste fino, então jogos e uso pesado acabam sofrendo.
Pra piorar, a marca costuma largar o suporte rapidinho, deixando usuários sem atualizações importantes. Isso pesa na hora de pensar em segurança e desempenho a longo prazo.
O custo-benefício pode parecer ótimo, mas, no fim das contas, nem sempre compensa.
Principais problemas encontrados nos piores celulares
Celulares ruins atrapalham o dia a dia com limitações técnicas, lentidão e suporte que não resolve nada. Não é exagero: quem já teve um sabe como é irritante.
Baixo desempenho e especificações técnicas limitadas
Tem aparelho com só 2 GB de RAM, o que já é pedir pra travar. Processadores como Unisoc T606 ou SC9863A deixam tudo lento, especialmente se você tenta abrir mais de um app.
Modelos de entrada como Galaxy A03 Core e Moto E13 sofrem com hardware básico e resposta lenta. Isso atrasa tudo e deixa o uso bem cansativo.
Além disso, muitos vêm com Android antigo e ficam sem atualização, o que limita funções e deixa o sistema vulnerável.
Problemas de durabilidade e construção
A qualidade dos materiais muitas vezes é duvidosa. Capinhas frágeis, telas que riscam fácil e botões que param de funcionar são comuns nesses modelos.
Baterias ruins ou que perdem capacidade rápido também aparecem bastante, inclusive em marcas como LG e até alguns Apple, em casos pontuais.
E tem ainda o uso de tecnologias ultrapassadas, tipo USB antigo, que só complica na hora de carregar ou transferir arquivos. Isso tudo encurta a vida útil do celular e faz você pensar duas vezes antes de comprar.
Suporte técnico e assistência pós-venda insatisfatórios
Em muitos casos, a assistência técnica dessas marcas é lenta ou pouco eficiente. O consumidor acaba tendo dificuldade para conseguir reparos rápidos ou mesmo encontrar peças de reposição.
Isso só aumenta a frustração e aquela sensação de desamparo. Marcas como a Motorola, por exemplo, vivem recebendo reclamações sobre o suporte técnico.
Especialmente nas linhas de entrada, tipo o Moto E13, o atendimento costuma ser demorado. Muitas vezes, falta uma solução definitiva para o problema.
Pra piorar, a ausência de centros de assistência próximos pode obrigar o usuário a enviar o aparelho pra longe. O tempo de espera, assim, só cresce.

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